Domingo na Praça Pôr-do-Sol

  
Domingo foi um dia relax, fomos passar a tarde na Praça Pôr-do-sol, quem nunca né? Pois é, eu nunca tinha ido. Não é de hoje que ouço as pessoas falarem aqui em São Paulo dessa tal praça, até pessoas de outros locais soltam a frase “você é de São Paulo, então conhece a Pôr-do-sol.” Não pessoas, eu não conhecia, e mesmo tendo a sensação de ter sido a última paulistana a conhecer resolvi fazer um post para que desinformados como eu possam chegar até lá já sabendo mais ou menos como funciona.

Lógico que por não conhecer eu já tinha criado uma expectativa gigante e finalizado a paciência de todos por aqui falando sobre como eu queria conhecer a Pôr-do-sol. Mas finalmente, no feriado, nos organizamos para passar lá na tarde de domingo. E fomos, a princípio eu e Paulinha, a melhor amiga. O Guá, meu marido, trabalhou e encontrou com a gente lá.
Fomos de carro com um outro amigo, na base de wase por que ninguém conhecia o caminho e as ruas da Vila Madalena podem se transformar em um labirinto se o seu senso de direção falhar. De transporte público também não é tão fácil chegar, os ônibus não passam por ela, o que mantém um silêncio super agradável na praça e ao mesmo tempo faz você andar alguns minutos até um ponto de ônibus na Av. Pedroso de Moraes, ou muitos minutos até as estações Vila Madalena ou Faria Lima que estão a uma média de 2km da praça.
O clima é de paz total, chegamos cedo e o máximo de barulho que incomodava era um ou outro vendedor de água ou comidinhas caseiras como tortas, bolos e lanches naturais, mas nada grave. Quando chegamos a praça estava praticamente vazia, alguns casais e poucos grupos de amigos, uma mistura de galera alternativa com galera geração saúde. Conforme o tempo foi passando e a celebridade local, o “pôr-do-sol” foi se aproximando a praça encheu, e muuuito! Mas mesmo assim deu pra manter o clima de sossego, pouco barulho, alguns grupos de amigos com instrumentos faziam a trilha sonora enquanto todos tomavam, literalmente, seu lugar ao sol.
O Pôr-do-sol chegou e foi realmente lindo, uma vista dessas difíceis de encontrar em São Paulo, que valem a pena e deixam até os prédios harmoniosos. É de lavar a alma! Ficamos ali mais um pouco, curtindo o comecinho de noite e com certeza o dia seguinte, a temida segunda-feira, chegou bem melhor e mais leve.
Ah, para as leitoras mamães amigas, dessa vez o Bê não foi, estava no interior com a vovó, mas com certeza quero levá-lo lá também. Não existe muita estrutura, apenas um parquinho é muito espaço, então a minha sugestão é aproveitar para fazer um pic-nic, levando tudo prontinho de casa, toalhas, guardanapos e etc… Ah outra informação importante é que na rua de baixo tem uma padaria que permite o uso do banheiro! Hahaha

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